De acordo com a legislação, a restrição se aplica a condenações definitivas, quando não há mais possibilidade de recurso na Justiça. Para garantir o cumprimento da medida, os indicados aos cargos passarão a apresentar certidões de antecedentes criminais no momento da posse. A proibição permanece válida enquanto a pena não for totalmente cumprida e até eventual reabilitação penal do condenado.
A lei recebeu o nome de “Lei Márcia Anália”, em homenagem a uma jovem de 23 anos vítima de feminicídio em 2024, em Parnamirim. O caso gerou grande repercussão no estado e reforçou o debate sobre políticas de combate à violência contra a mulher e critérios de integridade na ocupação de cargos públicos.
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