Foto: reprodução
O mercado de shows no Rio Grande do Norte em 2025 não foi marcado apenas pelos gastos milionários com estrelas nacionais. Nos bastidores e nos palcos, uma “revolução local” tomou forma. Pela primeira vez em anos, o crescimento percentual dos cachês de artistas potiguares superou o reajuste das grandes grifes de fora, revelando um novo patamar de profissionalização e demanda pela música produzida no estado.
Enquanto o mercado nacional viu uma estabilização nos preços, nomes do RN como Nuzio Medeiros e a Banda Grafith viram seus valores de contrato saltarem até 125%, impulsionados por recordes de público e o reconhecimento institucional.
Os Campeões da Valorização em 2025
O “Efeito Nuzio”
Nenhum artista simboliza melhor essa ascensão do que Nuzio Medeiros. Em 2024, ele era uma aposta promissora com cachês na casa dos R$ 80 mil. Em 2025, tornou-se “item obrigatório” nas festas de padroeiros e grandes polos juninos, com contratos que chegaram a R$ 200 mil (como no São João de Natal e Goianinha). Sua valorização acelerada reflete uma mudança de comportamento dos gestores públicos: a busca por artistas que tragam engajamento digital garantido.
Grafith e a Força do Trio
Já a Banda Grafith viveu o ápice de sua valorização comercial após ser sancionada como Patrimônio Cultural Imaterial do RN no final de 2024. O título deu à banda um novo peso nas negociações. Em 2025, para ter o “fenômeno” em um trio elétrico no Carnaval de Macau ou no Pingo da Mei Dia (Mossoró), as prefeituras desembolsaram entre R$ 200 mil e R$ 250 mil, valores antes impensáveis para bandas puramente locais.
Por que os preços subiram?
A valorização não é apenas lucro. A reportagem identificou que o padrão de exigência subiu.
Rider Técnico: Em 2025, artistas como Raynel Guedes passaram a exigir estruturas de som e luz que antes eram exclusivas de atrações de fora, o que justifica a duplicação de seus cachês.
Um mercado em transformação
Embora o abismo para os R$ 1,1 milhão de um Wesley Safadão ainda seja enorme, a elite da música potiguar provou em 2025 que tem fôlego para crescer. Com 80% da grade de shows sendo preenchida por talentos da terra, a luta agora é para que essa “presença de palco” se traduza em fatias cada vez maiores dos R$ 192 milhões investidos anualmente em folia.
Nenhum artista simboliza melhor essa ascensão do que Nuzio Medeiros. Em 2024, ele era uma aposta promissora com cachês na casa dos R$ 80 mil. Em 2025, tornou-se “item obrigatório” nas festas de padroeiros e grandes polos juninos, com contratos que chegaram a R$ 200 mil (como no São João de Natal e Goianinha). Sua valorização acelerada reflete uma mudança de comportamento dos gestores públicos: a busca por artistas que tragam engajamento digital garantido.
Grafith e a Força do Trio
Já a Banda Grafith viveu o ápice de sua valorização comercial após ser sancionada como Patrimônio Cultural Imaterial do RN no final de 2024. O título deu à banda um novo peso nas negociações. Em 2025, para ter o “fenômeno” em um trio elétrico no Carnaval de Macau ou no Pingo da Mei Dia (Mossoró), as prefeituras desembolsaram entre R$ 200 mil e R$ 250 mil, valores antes impensáveis para bandas puramente locais.
Por que os preços subiram?
A valorização não é apenas lucro. A reportagem identificou que o padrão de exigência subiu.
Rider Técnico: Em 2025, artistas como Raynel Guedes passaram a exigir estruturas de som e luz que antes eram exclusivas de atrações de fora, o que justifica a duplicação de seus cachês.
Um mercado em transformação
Embora o abismo para os R$ 1,1 milhão de um Wesley Safadão ainda seja enorme, a elite da música potiguar provou em 2025 que tem fôlego para crescer. Com 80% da grade de shows sendo preenchida por talentos da terra, a luta agora é para que essa “presença de palco” se traduza em fatias cada vez maiores dos R$ 192 milhões investidos anualmente em folia.
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