Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo. A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.
Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto. Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.”
No dia 8 de abril, Oscar foi dos homenageados pelo Comitê Olímpico do Brasil na cerimônia do Hall da Fama, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Segundo o jornal “O Globo”, o ídolo não esteve presente no evento porque se recuperava de uma cirurgia. Com isso, foi representado por seu filho Felipe Schmidt, que falou sobre a emoção de ter o pai celebrado pelo COB.
Ainda conforme o jornal O Globo, o filho preferiu não entrar em detalhes sobre a cirurgia e o estado de saúde do pai, mas disse que o ídolo estava bem, “só um pouco cansado”.
Em 2011, foi diagnosticado com câncer no cérebro. Passou por cirurgias, mas a doença persistiu. Em 2022, afirmou que havia interrompido por conta própria o tratamento de quimioterapia. Após repercussão, esclareceu a situação e anunciou que estava curado.
Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu em 16 de fevereiro de 1958, em Natal, no Rio Grande do Norte, e é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos no Brasil e no mundo.
Conhecido como “Mão Santa” e eterno camisa 14 da seleção brasileira, foi um dos principais responsáveis por popularizar o basquete no país.
Em cinco participações olímpicas, Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996, marcou 1.093 pontos e se tornou o maior cestinha da história dos Jogos.
Oscar foi considerado um dos melhores da história, integrando também o Hall da Fama da Federação Internacional da modalidade (Fiba) e o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado oficialmente na liga americana.
Fonte: Diário do RN
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