Embora seja popularmente chamada de Superlua, a Lua Cheia que poderá ser observada neste sábado (3) recebe, na astronomia, o nome correto de Lua Cheia de Perigeu, por ocorrer no momento em que o satélite natural está mais próximo da Terra. Essa aproximação faz com que a Lua aparente estar cerca de 6% maior e 13% mais brilhante do que uma lua cheia comum.
De acordo com especialistas, o fenômeno não envolve qualquer mudança real no tamanho da Lua. O efeito visual acontece porque ela se encontra no ponto mais próximo da Terra em sua órbita, chamado de perigeu, termo formado pelas palavras peri, que significa perto, e geo, que se refere ao nosso planeta. A Lua Cheia de janeiro ocorrerá exatamente às 7h03, no horário de Brasília. Nesta data, o diâmetro aparente do satélite alcançará 32,92 minutos de arco, um valor considerado elevado.
O que muda na Lua Cheia de Perigeu
No início de 2026, a chamada Superlua esteve a cerca de 362.312 quilômetros da Terra. Já a microlua de maio ficará a uma distância bem maior, aproximadamente 406.135 quilômetros. Essa diferença de mais de 40 mil quilômetros explica a variação discreta no brilho e no tamanho aparentes.
Especialistas explicam que a Lua passa todos os meses pelos pontos mais próximo e mais distante da Terra, conhecidos como perigeu e apogeu. Quando a fase cheia coincide com o perigeu, ocorre a Lua Cheia de Perigeu, popularmente chamada de Superlua. Entretanto, perceber essa diferença a olho nu é bastante difícil, mesmo para quem observa o céu com frequência. De acordo com os estudiosos, o termo Superlua acaba criando uma expectativa exagerada sobre o fenômeno.
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