A informação é da CNN. A arrecadação superou a projeção de R$ 1,3 bilhão da diretoria para o ano. Os títulos da Libertadores e do Brasileirão e as campanhas no Super Mundial de Clubes e Copa Intercontinental impulsionaram os valores: foram R$ 375 milhões apenas em premiações.
As vendas de atletas também superaram às expectativas em 2025. Com as transferências de Gerson, Wesley e Matheus Gonçalves, entre outros, foram arrecadados mais de R$ 50 milhões.
O programa “Nação” também teve impacto nas receitas rubro-negras. O clube teve pico de 118 mil sócios-torcedores em 2025, um aumento de 64% em relação a 2024 (72 mil), o que rendeu um faturamento de R$ 81,1 milhões, 13% superior ao ano passado. As receitas com matchday (ingressos e estádio) chegaram aos R$ 365 milhões.
Este é o quarto ano consecutivo no qual o Flamengo supera a marca de R$ 1 bilhão. Com o valor recorde, o presidente Bap exaltou a capacidade de investimento do clube para as próximas temporadas.
“Nós crescemos em um ano o faturamento de um São Paulo, que era o quarto do Brasil. O que acontece se o Flamengo não ganhar nada esse ano (2026), a casa cai? A gente fatura R$ 1,4 bilhão. O orçamento do Palmeiras com tudo dentro é R$ 1,2 bilhão. Então temos fôlego e musculatura para irmos por muito mais”, iniciou o presidente.
“Eu sendo um clube de futebol, não tem investimento melhor do que reinvestir no clube. Temos um caixa absolutamente saudável, um resultado crescente, uma margem acima de 30%. Isso se a gente não ganhar nada. Se ganha de novo, vamos para uma margem 40%, e mais condições de investir no negócio. O Flamengo vai virar um monstro das Américas do ponto de vista econômico”, disse Bap durante o evento, o qual foi transmitido pelo clube em seu canal no Youtube.
2025 foi o primeiro ano da gestão de Luiz Eduardo Baptista. O Flamengo conquistou quatro títulos (Supercopa do Brasil, Carioca, Libertadores e Brasileiro) e duas taças inéditas (Dérbi das Américas e Copa Challenger).





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Esse feito das Helenas consolida uma trajetória de popularização de um nome que já foi preferência nacional na década de 1950. Há dez anos, Helena ocupava a 45ª posição. Em 2017, passou para 21ª. Dois anos depois, era a 15ª.