segunda-feira, 17 de outubro de 2016
EXEMPLO - Estudo aponta que Felipe Maia está entre parlamentares mais influentes nas redes
ESPORTE - ABC não perde no Frasqueirão desde março; série invicta é de 18 jogos
OPORTUNIDADE - Mais de 2.450 vagas para cursos em outubro e novembro no RN
ESTADO - Policiais civis e servidores do ITEP e Sesed confirmam paralisação
TENENTE LAURENTINO - MPF/RN: Faculdade é condenada a pagar danos materiais e morais a alunos
BRASIL - Raimundo Lyra critica decisão do STF, diz que vaquejada é tradição cultural e pede regulamentação
ESTATÍSTICA - A cada 3 vereadores eleitos, 1 não concluiu o ensino médio
ESTADO - TRE-RN tem novo horário de atendimento
ANIVERSARIANTES DO DIA: Mário, Joziane, Francy Modas, Aluizio, Valquir, Edilza e Vaininha
ESTADO - No RN 150 mil produtores rurais podem renegociar suas dívidas com BB e BNB
nominuto.com
ESPORTE - ABC goleia o Guarani e está a um passo da final da série C
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
ELEIÇÕES - Eleições 2016: PMDB foi o partido que mais elegeu prefeitos e vereadores
No último dia 2 de outubro, primeiro turno das Eleições Municipais 2016, foram eleitos 5.493 prefeitos. O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) foi o que mais elegeu prefeitos: 1.026. Na sequência, aparecem o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que elegeu 792 prefeitos; o Partido Social Democrático (PSD), com 539; o Partido Progressista (PP), com 494; e o Partido Socialista Brasileiro (PSB), com 413 prefeitos eleitos.
O PMDB elegeu o maior número de prefeitos em 14 unidades da Federação: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. O PSD elegeu mais prefeitos em quatro estados: Bahia, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins. O PSDB conquistou mais prefeituras em Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Já o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Democrático Trabalhista (PDT), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido Republicano da Ordem Social (PROS), o PP e PSB conseguiram eleger mais prefeitos em um estado, cada.
Vereadores
Ao todo, foram eleitos 57.736 vereadores. Desse montante, o PMDB foi a legenda que mais elegeu vereadores em todo o país (7.551), seguido do PSDB (5.360), PP (4.726), PSD (4.617) e PDT (3.751). Por unidade da Federação, o PMDB elegeu mais vereadores em 13 estados: Alagoas, Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins.
O PSDB, por sua vez, foi o campeão em quatro estados (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e São Paulo), o PDT elegeu mais vereadores em três (Amapá, Ceará e Espírito Santo) e o PP, em dois (Bahia e Santa Catarina).
As informações foram extraídas das Estatísticas de Resultados das Eleições 2016, disponíveis no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
ALTO DO RODRIGUES DE LUTO - Faleceu Francisquinha
ESTADO - No RN, servidores da Segurança fecham BR contra atraso dos salários
Na manhã desta sexta-feira (14), policiais civis, funcionários do Instituto Técnico de Perícia (Itep) e servidores da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte fecharam parte da BR-101, em Natal, em protesto contra os atrasos que vêm ocorrendo mês a mês no pagamento dos salários. A interdição da rodovia durou apenas alguns minutos, mas foi suficiente para engarrafar o trânsito e causar transtorno.
Segundo a assessoria de comunicação do Sinpol (Sindicato da Polícia Civil e Servidores da Segurança Pública do RN), a manifestação também cobra a divulgação de um calendário para a folha de pagamento do funcionalismo estadual.
O ato começou por volta das 8h em frente à Governadoria, no Centro Administrativo do Estado, no bairro de Lagoa Nova, na Zona Sul da cidade. No local, as três categorias tomaram café da manhã e iniciaram uma assembleia geral para deliberar sobre o ato realizado na BR.
Crise
O pagamento dos salários do funcionalismo público estadual vem sofrendo escalonamentos, mudanças de datas e atrasos desde o final de 2014, ainda na gestão da então governadora Rosalba Ciarlini. Desde então, os servidores não têm certeza de quando irão receber, uma vez que o calendário só é divulgado poucos dias antes de a folha começar a ser paga. O governo alega dificuldades financeiras para honrar em dia o pagamento em razão da crise econômica que afeta o país.
Os salários de setembro, por exemplo, ainda não foram todos eles pagos. No dia 7, receberam os servidores que ganham até R$ 2 mil. No dia 8, foi a vez dos que recebem entre R$ 2.001 e R$ 3 mil. Já os servidores que recebem de R$ 3.001 até R$ 4 mil, foram pagos no dia 11. Já o pagamento dos servidores que recebem entre R$ 4 mil e R% 5 mil, está sendo feito nesta sexta (14). Quem ganham mais, ainda não sabe quando vai receber.
“A mudança na tabela de pagamento ocorre em virtude dos efeitos da crise econômica que continua atingindo fortemente as finanças do Rio Grande do Norte. A frustração acumulada de receitas até 30 de setembro chegou a R$ 367 milhões se comparada ao previsto no orçamento para 2016”, explica o governo.
G1RN
ESPORTE - Governador recebe diretoria do ABC para tratar do reforço da segurança no jogo de domingo
O governador Robinson Faria recebeu nesta sexta-feira (14) a diretoria do ABC Futebol Clube para tratar do reforço da segurança para o primeiro jogo da semifinal da série C do Campeonato Brasileiro que acontece domingo (19), no estádio Maria Lamas Farache (Frasqueirão), na Rota do Sol em Natal.
A reunião contou com a participação do subcomandante da Polícia Militar, Coronel Sairo e com o comandante do policiamento metropolitano, coronel Jair Junior. Pelo ABC participaram o presidente Judas Tadeu, o vice-presidente, Rodrigo Salustino, o vice-presidente social, Cláudio Porpino e o presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Vasconcelos.
“O Governo do Estado, através da Polícia Militar, está tomando todas as medidas para garantir a segurança, de forma que o torcedor possa comparecer ao estádio e incentivar o seu time”, afirmou Robinson Faria. Neste domingo o ABC enfrenta o Guarani, da cidade de Campinas (SP), às 20:00 hs. A lotação do estádio é de 15.082 torcedores.
ELEIÇÕES - Não justificou? saiba o que fazer!
Os eleitores que não votaram no domingo (2), e não apresentaram justificativa da ausência têm até o dia 1º de dezembro (60 dias após o primeiro turno das eleições) para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral. A justificativa é obrigatória sempre que o eleitor estiver fora do seu domicílio eleitoral ou não puder votar ou justificar no dia da eleição.
Para regularizar a situação, basta preencher online o Requerimento de Justificativa Eleitoral, uma novidade da Justiça eleitoral neste pleito 2016.
Caso o eleitor tenha deixado de votar por que não deu tempo de fazer o título ou estava cancelado, a partir do dia 07 de novembro de 2016, de acordo com a Corregedoria geral da justiça eleitoral, reabre o cadastro eleitoral e os cidadãos poderão emitir primeira via de titulo, bem como transferir o local de votação, revisar e atualizar o cadastro eleitoral.
Implicações
O eleitor que não justificar a ausência do voto ficará em débito com a Justiça Eleitoral e não poderá:
Solicitar passaporte ou carteira de identidade;
Receber o salário ou qualquer remuneração vinda de entidades públicas ou subsidiadas pelo governo a partir do segundo mês após a eleição;
Participar de concorrência pública ou administrativa em qualquer autarquia da União, dos estados, dos municípios ou do Distrito Federal;
Requerer empréstimos em qualquer banco ou estabelecimento de crédito mantido pelo governo;
Se inscrever em concursos públicos ou tomar posse de cargos públicos;
Renovar matrícula em qualquer instituição de ensino pública ou fiscalizada pelo governo,
solicitar qualquer documento que necessite da quitação eleitoral.
ESTADO - TCE passa a utilizar protesto em cartório para cobrança de multas após assinatura de convênio
O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) firmou convênio nesta quinta-feira (13) com o Instituto de Estudos de Protestos de Títulos do Brasil, seção do Rio Grande do Norte, para o uso do protesto em cartório na cobrança de multas expedidas pela Corte de Contas. O intuito é otimizar a cobrança dos valores relativos a multas.
O presidente do TCE, conselheiro Carlos Thompson Fernandes, afirmou que a assinatura significa um momento histórico para o Tribunal. “Esse é um momento histórico. Teremos uma nova forma de recuperar esses créditos, mais eficaz e com um índice de recuperação mais alto”, disse. Estiveram presentes o vice-presidente da seção potiguar do Instituto de Estudos de Protestos, Júlio Nascimento, o consultor-geral do TCE, Peter Cook Arrowsmith, e o secretário de controle externo, Anderson Brito.
Com o convênio, o TCE/RN irá utilizar o sistema oferecido pelo Instituto de Estudos de Protestos para fazer chegar as decisões relativas à cobrança de multas aos cartórios de protesto de todo o Estado. A possibilidade utilizar uma ferramenta eletrônica exclui qualquer dificuldade operacional no repasse das informações necessárias aos cartórios. Não há custos adicionais para o Tribunal de Contas.
A utilização do protesto em cartório como forma de dar mais efetividade à cobrança de multas determinadas pelo Tribunal de Contas segue modelo já testado, com sucesso, em outros órgãos no Brasil, como a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Outros Tribunais de Contas, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, também fazem uso do recurso.
A principal vantagem do recurso do protesto em cartório é o aumento do índice de recuperação dos valores devidos. Usualmente essa cobrança é feita em um processo de execução fiscal, que é mais demorado e caro, além de ter um índice de eficiência menor, quando comparado com o protesto em cartório. O processo de execução fiscal continuará acontecendo, mas somente nos casos em que a forma alternativa não tiver logrado sucesso.
Dados da Fazenda Nacional mostram que o índice de recuperação com o uso do sistema dos cartórios foi de 18,3%, o que gerou, entre 2013 e 2015, um retorno de R$ 646 milhões dos débitos cobrados pelo sistema extrajudicial. Já um relatório do Tribunal de Justiça de Minas Gerais produzido em 2015 aponta que o êxito dos processos extrajudiciais podem chegar a 80%, sendo que 50% das dívidas são pagas em menos de 10 dias.
O processo de execução fiscal tem duração média de 08 anos e 02 meses e um custo e R$ 4,4 mil, o que muitas vezes torna o processo em si mais caro do que os valores a serem recebidos pelo órgão público. O relatório produzido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais mostra que em 90% dos processos existentes naquele Estado os valores envolvidos eram inferiores ao custo de cobrança.




