O cenário tem provocado uma reorganização das estratégias de campanha e do próprio ambiente jurídico eleitoral. Ao mesmo tempo em que a tecnologia democratiza ferramentas antes restritas a grandes estruturas políticas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou normas para garantir transparência, equilíbrio e integridade do processo democrático.
Segundo o presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/RN, Fabrício Bruno, a presença massiva da inteligência artificial nas campanhas é inevitável. “As redes sociais são a nova arena política com a digitalização das campanhas eleitorais. É quase impensável, especialmente numa eleição geral como a de 2026, uma campanha sem uso da internet”, afirma.
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