Entre os pontos mais relevantes estão o direito a acompanhante, acesso ao prontuário médico, segunda opinião profissional e atendimento digno, sem qualquer tipo de discriminação. A lei também reforça a importância do consentimento informado e da privacidade, além de assegurar cuidados paliativos e respeito às decisões do paciente, inclusive em momentos delicados da vida .
Mais do que uma mudança na legislação, o Estatuto representa uma transformação na forma de enxergar a saúde: com mais humanidade, transparência e responsabilidade. Agora, o desafio é fazer com que esses direitos saiam do papel e cheguem, de fato, a cada unidade de saúde do país.
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