segunda-feira, 29 de abril de 2013

ALTO DO RODRIGUES

Oportunidade única: Vende-se um ótimo terreno


Para saber maiores informações ligue (84) 9992 0636

O que podemos dizer é que é uma ótima oportunidade de investimento.
PENDÊNCIAS

Pai de aluno denuncia descaso do prefeito Ivan Padilha com o esporte Jiu-Jitsu 

Fotos das redes sociais mostra o grande número de jovens praticando Jiu-Jitsu
Venho através desta veiculo de comunicação descarregar minha revolta, meu nome é (F.A.N.) morador de pendencias há 42 anos, tenho dois filhos praticantes de Jiu-Jitsu que hoje se encontra deprimidos, pois o prefeito Ivan de Souza Padilha não pagou o aluguel da academia no valor de R$ 700

O prefeito havia combinado pagar em janeiro, ficando uma dívida de 3 meses, sem falar nos professores Riquelme, Jessione Bandeira, que lá acolhia 50 crianças e adolescentes e, não teve outra alternativa e acabaram, fechando a academia que tem vários adolescentes com títulos campeão norte–nordeste, estadual, e internacional pois no último dia 10 de abril de 2013, a academia de Jiu-Jitsu de Pendências ficou sem o direito de esporte e lazer  pois a aula foi interrompida no meio do treino, deixando crianças e adolescentes sem espaço de treino e foram despejado do prédio onde funcionava  localizado na rua José Medeiros vizinho a clínica de Drª Laís (hoje vice-prefeita de Ivan Padilha) não sei o motivo se é por que a prefeitura de Pendências não tem condições de dar uma ajuda de custo de R$ 700 para 50 crianças e adolescentes que estão longe das drogas  e da criminalidade ou se é perseguição política.

Fica o meu apelo como pai de família a todos os empresários que podem ajudar a academia de Jiu-Jitsu de Pendências, pois esses atletas que treinavam nesta academia pode está acolhendo seu filho esporte o caminho para um grande atleta de hoje serão os cidadão do amanhã. 

"Crianças, jovens, adolescentes tem direito a esporte e lazer"
Obs. Academia que foi fundada em 1993 20 anos 

F.A.N - (nome preservado)
ALTO DO RODRIGUES

Abelardo cumprimentou todos os presentes na festa da vereadora Ina Mulatinho


























BRASIL

Senado deve aprovar Lei Geral das Religiões em maio


Após quase quatro anos tramitando, o projeto de Lei Geral das Religiões pode finalmente ter um desfecho no Senado. Líderes partidários acordaram um prazo de trinta dias para que três comissões analisem o texto e o enviem ao plenário. Atualmente, ele está parado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa.

O projeto quer garantir a isonomia de direitos a todas as religiões do Brasil. A proposta surgiu depois que o governo brasileiro assinou um acordo com o Vaticano, em 2008, para criar o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no país.

Preocupados com a diferenciação que o Estado estava tentando promover, parlamentares da bancada evangélica fizeram um acordo com o governo para apoiar o projeto na votação feita na Câmara dos Deputados em 2008. O deputado George Hilton (PRB-MG), pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, apresentou então, um projeto de lei garantindo os mesmos direitos previstos no estatuto para todas as outras religiões.

O Estatuto da Igreja Católica estabelece normas sobre ensino religioso em escolas públicas, casamento, imunidade tributária para entidades ligadas às religiões, prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes. O projeto também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições ligadas às igrejas e templos, o que impede um padre de exigir todos os direitos trabalhistas. Agora, os evangélicos querem os mesmos benefícios para todas as religiões.

“Começamos a articular com o governo porque teria que estender para todas as religiões porque o estado é laico”, disse Hilton. O senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) disse que o projeto é fruto de um acordo com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e com o governo. 

“À época, foi apresentado como tratado Brasil-Vaticano, mas, quando fomos ver, era para reconhecer o Estatuto Jurídico da Igreja Católica. Então, não é uma questão de Estado. É uma questão de Igreja. Por isso, não era questão de mérito, ainda que tivéssemos algumas divergências. Mas as religiões não podem ser tratadas via tratado”, reclamou Lopes, também pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. Segundo ele, que é co-autor do projeto, o acordo era de votar as duas propostas ao mesmo tempo na Câmara e depois no Senado.


No entanto, Lopes reclama que o acordo não foi cumprido quando a proposta chegou ao Senado. “O texto do Estatuto tramitou em pouco mais de 30 dias e foi aprovado. Já o outro projeto está parado nas comissões desde então”, disse em entrevista ao Congresso em Foco.

Para forçar a conclusão do trâmite da proposta, o senador apresentou um requerimento pedindo urgência. Dessa forma, o projeto pularia as etapas das comissões e seria analisada diretamente em Plenário. 

No entanto, os senadores que estavam presentes resolveram dar mais um mês para a análise da matéria. “Vamos aprovar isso, por uma questão de isonomia. Não é divisão, não é discussão religiosa, apenas queremos igualdade entre todas as crenças. O mesmo que está no tratado Brasil-Igreja Católica, é o mesmo que está na Lei Geral das Religiões”, afirmou.

O texto já foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte e está agora na Comissão de Assuntos Sociais, onde é relatado pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Depois, ele ainda terá que ser analisado pelas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição e Justiça (CCJ).
ALTO DO RODRIGUES

Penúltimo bloco com os flashs da festança em comemoração ao aniversário de Ina Mulatinho