A Secretaria de Saúde do município (Sesad), através da Vigilância Sanitária reforça que essa toxina não é eliminada por cozimento, congelamento ou salga, o que exige atenção redobrada no consumo. Entre as espécies de peixes mais associadas à doença estão: barracuda (bicuda), arabaiana, dourado, pescada branca e galo do alto.
Os sintomas podem surgir poucas horas após a ingestão e incluem náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, além de sinais neurológicos como dor de cabeça, visão turva, gosto metálico na boca, formigamento (pés, mãos mãos e região bucal), câimbra, fraqueza muscular e a inversão da sensação térmica quente/frio).
Em casos de suspeita, os órgãos de saúde devem informar imediatamente ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS/RN) ou ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATOX/RN). A população deve buscar atendimento médico ao apresentar sintomas e evitar o consumo das espécies associadas à doença e de pescados de origem desconhecida. O consumo do peixe é saudável, nutritivo e é uma tradição. Fique atento para se alimentar de forma segura, evitando riscos à saúde, sem deixar de saborear um bom peixe na Páscoa.
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